07/10/2015

Antonia e a água

Postado por: Mariana Castro | Categoria: itcare

Na semana passada lancei um vídeo do blog, no qual Antonia aparece nadando, feliz, em algumas ocasiões. Várias pessoas ficaram bastante impressionadas com a tranquilidade dela na prancha de SUP, de colete salva-vidas, e saindo da água, no rio e na piscina. Isso tudo é fruto de um treinamento desde pequenininha, uma prática comum na nossa família desde que passamos a ter pets e piscina num mesmo ambiente.

 

Assim como os bebês, cães nascem sabendo nadar instintivamente. Apesar disso correm, sim, o risco de se afogar em piscinas, lagos, açudes, rios e no mar. Então é importante que os ensinemos a lidar com a água e tomemos algumas medidas super importantes:

 

Primeiro: A piscina da sua casa deve ser adaptada ao máximo para oferecer pontos de fuga para seu pet. Degraus, escadas e bordas tipo “praia” (inclinadas para dentro da água) são indicadas. Quando um cão cai na piscina por acidente, a probabilidade de entrar em pânico é bastante grande. Assim, se a piscina tiver essas características, tudo ficará mais fácil. Se seu pet ama nadar, é ainda mais necessário que sua piscina esteja preparada para isso.

 

Segundo: Treinamento. Se seu pet aprender a sair sozinho da sua piscina, a probabilidade de entrar em pânico diminui. O mesmo acontece com rios, lagos, açudes, etc. Ele tem que ser ensinado. E isso demanda paciência. Mesmo o pet que ama nadar pode se afogar se não souber sair da piscina, pois ficará tentando e tentando até a exaustão. Experiência própria: quando eles não conhecem a rota de fuga, tentam sempre nos piores lugares, e naturalmente não conseguem sair.

 

Terceiro: Se existe o risco de seu pet cair (ou entrar e não saber sair) numa piscina ou qualquer outro corpo d’água, NÃO O DEIXE SOZINHO! Observar seu pet em todos os momentos é a melhor forma de mantê-lo seguro.

 

Antonia é muito destemida, não costuma ter medo de nada – fogos, bombas, trovões, nada parece afetá-la. Além de tudo, ela adora água. Por isso, foi ainda mais importante criar uma rotina de treinamento na praia ou em casa, para que ela aprendesse a conviver com os corpos de água com o máximo de segurança possível. E funcionou! Ela hoje tem total noção do que é a água, e tem respeito por isso. Por exemplo, ela não pula na piscina sozinha. Mas quando está na água, demonstra que sabe nadar muito bem, e que sabe sair sem entrar em pânico. É claro que tudo isso acontece sob meu olhar extra vigilante, portanto preste atenção ao que eu disse aí em cima. Não deixe seu pet sozinho se houver qualquer risco para ele.

 

Nos próximos dias vou contar como fizemos o treinamento da Antonia, e dar algumas dicas do que se pode fazer para que seu pet esteja preparado para se divertir na água nesse verão com toda segurança.

 

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Uma resposta para “Antonia e a água”

  1. […] a piscina. Como eu já contei aqui no blog, sempre ensinei todos os meus cães a nadar, e com a Chérie não está sendo diferente. […]

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